AMOR ENCERRADO POR DOR. SERÁ QUE DEVE?
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| Foto: Getty |
Todos passam por momentos desagradáveis na vida. Uma enfermidade incurável, que esteja causando sofrimento constante ao melhor amigo do homem, está entre eles e algumas pessoas para "reduzirem" este tormento realizam a famosa e tão discutida EUTANÁSIA - "um falecimento rápido e sem dor" se é que existe morte sem dor, em animais domésticos.
Mesmo em estado terminal a ação ainda é muito rejeitada pelos tutores e de difícil aceitação humana, em prol a índole sem contar o vínculo que é criado entre o homem e o bichinho. É obvio que só de pensar em óbito causado por terceiros, diversos adjetivos surgem mais um que se destaca é a pena, pois o brasileiro assim como o mundo em geral cresceu diante o respeito e por ele luta.
O sacrifício é no último caso, provém do sofrimento sem fim e da má qualidade de vida do animal doméstico, afirmam os veterinários que realizam doloroso ato.
Em 2013 foi levantada a pauta sobre o cachorro Dentinho, que foi achado sem pelos, com problemas nos olhos e dentes, para saber se deveria ou não sacrificá-lo, pois foi tão judiado pela vida nas ruas recifenses, mas segundo informações de um renomado Médico Veterinário a saúde do cãozinho apresentou diagnóstico positivo e não precisaria tanta rebeldia para com a vida do bichinho.
Atualmente não só o homem, mas também os animais, têm durado por mais tempo, e consequentemente os males da idade traz consigo, perca de reflexo, agilidade, resistência, e pode comprometer a saúde dos animais, daí alguns para "diminuir o sofrimento do animal" realizam EUTANÁSIA, no entanto a atitude deve vir de diagnósticos profissionais e diversas tentativas em salvá-lo.
